>LONDRINA CIDADE – Refeições da rede municipal de ensino custam R$ 0,70

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Núcleo de Comunicação – PML

A Secretaria Municipal de Educação fez um balanço do custo das refeições servidas na rede de ensino do município em 2010. A média unitária, entre café da manhã, lanches, almoço e janta, ficou em R$ 0,70, considerando que agora a produção da merenda é responsabilidade da Prefeitura, e até janeiro deste ano era feita por uma empresa terceirizada, a SP Alimentos. Ao todo são servidas mais de 1.340.000 refeições ao mês para 36.897 alunos de sete grupos diferentes (desde bebês até educação integral e adultos), enquanto no ano passado eram distribuídas 803.443 para 36.505 estudantes.

Até 2009 a média unitária das refeições era de R$ 1,42, visto que se a criança repetisse era cobrada outra refeição no mesmo valor. “Agora é possível que a criança se sirva quantas vezes achar necessário, sem se preocupar com repetição. Estamos oferecendo qualidade e também quantidade”, afirmou a secretária de Educação, Vera Hilst. Também são executados cardápios diferenciados de acordo com a faixa etária, e servidas cinco merendas ao dia para os alunos da educação integral. Até dezembro do ano passado era disponibilizado apenas o café da manhã, e a criança que tinha aula o dia todo precisava ir embora para almoçar.

Atualmente são gastos R$ 944 mil mensais com alimentação da rede municipal de ensino, com recurso da Prefeitura e um repasse de R$ 0,22 por criança pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). O modelo de fornecimento de suprimentos é misto, que licita empresas diferentes para hortifrutigranjeiros, carnes e derivados, gás e gêneros não perecíveis, e também para a contratação de mão-de-obra.

Cerca de 400 pessoas participam do processo de produção das refeições, entre merendeiras, nutricionistas e técnicos de apoio, acompanhamento e fiscalização. As merendeiras são contratadas através da terceirizada J. Coan, e os nutricionistas e técnicos são servidores municipais.

Para que os alimentos fossem produzidos pela Prefeitura, foi necessária uma adequação dos espaços, porque até janeiro os equipamentos para armazenamento, cocção e utensílios de cozinha eram fornecidos pela SP Alimentos. “Alguns refeitórios ainda estão em fase de adaptação, mas esperamos ter finalizado tudo nos próximos dois meses”, explicou a secretária. Para a compra de geladeiras, fogões, eletrodomésticos e utensílios foram gastos cerca de R$ 200 mil.

(Rafael Machado)

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